terça-feira, 30 de setembro de 2014
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
PISTANTROFOBIA
É difícil permanecermos saudáveis em meio às vivências
ilusórias que são produzidas por nossos autoenganos, isso, porque somos auxiliados
e conduzidos para o erro por pessoas de má índole, mau caráter, espíritos
espúrios, abjetos e prontos a nos enganar.
Claro que se não fosse a nossa credulidade e ingenuidade,
não seríamos presas tão fáceis desses predadores emocionais, sanguessugas a nos
roubar o que temos de mais precioso na vida: nosso amor, fé, confiança, paz,
dedicação, bondade, esperança, ternura, bons olhos sobre a vida e sobre as
pessoas.
No processo da ilusão há projeções daquilo que temos para
aqueles que olhamos, portanto, não vemos o que nos é apresentado, mas uma tela
em branco a qual projetamos o nosso interior. E porque o que está sendo lançado
nessa pessoa tela de projeção corresponde ao que há no nosso interior, fica
fácil de sermos ludibriados, enganados e iludidos.
Tudo é mágico justamente porque é ilusão, por isso o
ilusionista nos convence da realidade da magia e da mentira e, assim, enquanto
enganados e crentes nas muitas mentiras, vamos vivendo felizes pensando que
como é conosco é com ele, como é com ele é conosco. Ledo engano!
Por tudo isso é que des-iludir é preciso, pois somos
chamados à consciência e a realidade e não ao transe da inconsciência e do
engodo.
O fato é que nos tornarmos apavorados em relação a
confiarmos novamente nas pessoas, ou seja, adquirirmos pistantrofobia em nada
nos ajudará a crescer, a amadurecer e a detectarmos as dissimulações e
manipulações da realidade que esses demônios (des) humanos fazem para nos
iludir.
Se olharmos de baixo para cima, esses realmente se dão
melhor na vida do que os sinceros e honestos, porém, como não sou ateu, creio na
força do bem e da verdade, por isso sei que quem pratica o mal, a mentira, o
engano, a dissimulação e a sedução para ludibriar é que ficará com uma grande
dívida com a vida, conosco, com a justiça e com Deus.
Na verdade, a alma do enganado adoece por um período, mas
voltará a ser saudável; já a alma do enganador estará duplamente enferma, visto
que em sua cabeça, se ele engana, todos enganam, se ele mente, todos mentem.
A alegria está em saber que ao menos nós que fomos enganados
teremos novas chances de felicidade, pois nos mantivemos integrados e sinceros;
já a infelicidade dos enganadores é certa, afinal, nós podemos ir embora e
fugir dos predadores, porem eles terão de conviver consigo mesmos para sempre.
Para quem é bom, íntegro, leal e sincero, sempre haverá
novas chances de felicidade real, só não podemos viver vitimizados, pois aí
teremos sido contagiados pelo mal que nos molestou.
O segredo é o perdão, a fé e o amor, pois diante dessas
grandezas não há poder capaz de nos fazer o mal.
Cláudio Nunes Horácio
sexta-feira, 25 de julho de 2014
RELIGIÃO - DEFINIÇÃO
RELIGIÃO é o que divide as pessoas, fragmenta a humanidade, torce a verdade em benefício próprio, cria fanáticos, produz guerras santas, estupra o direito e o livre arbítrio, gera gente ignorante em escala industrial, inflaciona o preconceito, transforma gente de bem em completos idiotas arrogantes, amordaça a inteligência e o bom senso transformando pessoas em anencéfalos, reprime e classifica fisiologias e biologia de forma moral e torpe, assassina a razão a favor de dogmas espúrios, castra, limita, esquarteja o Homem, o limitando ao máximo e o deixando funcionando à míngua.
Cláudio Nunes Horácio
segunda-feira, 23 de junho de 2014
A VERDADEIRA HISTÓRIA DOS DOIS LOBOS CONTADA PELO ÍNDIO Cherokee
“Existe uma antiga história dos índios Cherokee sobre o
cacique de uma grande aldeia. Um dia, o cacique decidiu que era hora de
orientar o seu neto favorito sobre a vida. Ele o levou para o meio da floresta,
fez com que se sentasse sob uma velha árvore e explicou:
"Filho, existe uma batalha sendo travada dentro da
mente e do coração de todo ser humano que vive hoje. Embora eu seja um velho e
sábio cacique, o líder da nossa tribo, essa mesma batalha é travada dentro de
mim. Se você não souber dessa batalha, ela o fará perder o juízo. Você nunca
saberá que direção tomar. Às vezes vencerá na vida e, depois, sem entender o
porquê, perceberá que está perdido, confuso, com medo, arriscado a perder tudo
o que trabalhou tanto para ganhar. Você muitas vezes achará que está fazendo a
coisa certa e depois descobrirá que fez as escolhas erradas. Se você não
entender as forças do bem e do mal, a vida individual e a vida coletiva, o
verdadeiro eu e o falso eu, você viverá a vida todo num grande tumulto”.
"É como se existissem dois grandes lobos vivendo dentro
de mim; um é branco e o outro é preto. O lobo branco é bom, gentil e não faz
mal a ninguém. Ele vive em harmonia com tudo à sua volta e não se ofende se a
intenção não era ofender. O lobo bom, sensato e certo de quem ele é e do que é
capaz, briga apenas quando essa é a coisa certa a fazer e quando precisa se
proteger ou à sua família, e mesmo então ele faz isso da maneira certa. Ele
toma conta de todos os outros lobos da matilha e nunca se desvia da sua
natureza”
."Mas existe o lobo preto também, que vive dentro de
mim, e esse lobo é bem diferente. Ele é ruidoso, zangado, descontente, ciumento
e medroso. Basta uma coisinha para que ele se encha de fúria. Ele briga com
todo mundo, o tempo todo, sem nenhuma razão. Ele não consegue pensar com
clareza, porque a sua ganância para ter sempre mais e a sua raiva e a sua ira
são grandes demais. Mas trata-se de uma raiva infrutífera, filho, porque ela
não muda nada. Esse lobo só procura confusão aonde quer que vá, e por isso sempre
acaba achando. Ele não confia em ninguém, por isso não tem amigos de verdade”.
O velho cacique ficou sentado em silêncio durante alguns
minutos, deixando que a história dos dois lobos penetrasse na mente do jovem
neto. Então ele lentamente se curvou, olhou fixamente nos olhos do menino e
confessou, "Às vezes, é difícil viver com esses dois lobos dentro de mim,
pois eles brigam muito para dominar o meu espírito".
Cativado pela história do ancião sobre essa grande batalha
interior, o menino puxou a tanga do avô e perguntou, ansioso, "Qual dos
dois lobos vence, vovô?" E com um sorriso cheio de sabedoria e uma voz
firme e forte, o cacique diz, "Os dois, filho. Veja, se eu escolho
alimentar só o lobo branco, o preto ficará à espreita, esperando o momento em
que eu sair do equilíbrio ou ficar ocupado demais para prestar atenção às
minhas responsabilidades, e então atacará o lobo branco e causará muitos
problemas para mim e nossa tribo. Ele viverá sempre com raiva e brigará para
atrair a atenção pela qual tanto anseia. Mas, se eu prestar um pouquinho de
atenção no lobo preto, compreendendo a sua natureza, se reconhecê-lo como a
força poderosa que ele é e deixá-lo saber que eu o respeito pelo seu caráter e
o usarei para me ajudar se um dia eu ou a tribo estivermos em apuros, ele
ficará feliz, e o lobo branco ficará feliz também, e ambos vencerão. Todos
venceremos".
Sem entender direito, o menino perguntou, "Não entendi,
vovô. Como os dois lobos podem ganhar?"
O cacique continuou a explicação: "Veja, filho, o lobo
preto tem muitas qualidades importantes de que eu posso precisar, dependendo
das circunstâncias. Ele é feroz, determinado, e não se deixará subjugar nem por
um segundo. Ele é inteligente, astuto e capaz dos pensamentos e estratégias
mais tortuosos, o que é importante em tempos de guerra. Ele tem os sentidos
aguçados e superiores que só aqueles que olham através da escuridão podem
apreciar. Em meio a um ataque, ele poderia ser o nosso maior aliado".
O cacique então tirou da sua bolsa alguns pedaços de carne defumada
e colocou-os no chão, um à direita e o outro à esquerda. Ele apontou para a
carne e disse, "À minha esquerda está a comida para o lobo branco e à
minha direita está a comida para o lobo preto. Se eu optar por alimentar os
dois, eles não brigarão mais pela minha atenção, e eu poderei utilizar cada um
deles como precisar. E como não haverá guerra entre eles, poderei ouvir a voz
da minha sabedoria profunda e escolher qual dos dois pode me ajudar melhor em
cada circunstância. Se a sua avó quer uma carne para fazer uma refeição
especial e eu não cuidei disso como deve-ria, posso pedir para o lobo branco me
emprestar a sua magia e consolar o lobo preto da sua avó, que estará zangada e
faminta. O lobo branco sempre sabe o que dizer e me ajudará a ser mais sensível
às necessidades dela”.
“Veja, filho, se você compreender que existem duas grandes
forças dentro de você e respeitar a ambas igualmente, as duas sairão ganhando e
haverá paz. A paz, meu filho, é a missão dos Cherokee — o propósito supremo da
vida. Um homem que tem paz dentro de si tem tudo. Um homem dividido pela guerra
em seu íntimo não tem nada. Você é um jovem que precisa escolher como vai lidar
com as forças opostas que vivem no seu interior. A sua decisão determinará a
qualidade do resto da sua vida. E quando um dos lobos precisar de atenção
especial, o que acontecerá às vezes, você não terá do que se envergonhar;
poderá simplesmente admitir isso para os anciãos e conseguirá a ajuda de que
precisa. Quando isso for de conhecimento público, aqueles que já travaram essa
mesma batalha podem oferecer-lhe a sua sabedoria".
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
INTERVENÇÃO
“Porque um menino nos nasceu,
um filho se nos deu,
e o principado está sobre os seus ombros,
e se chamará o seu nome:
Maravilhoso,
Conselheiro,
Deus Forte,
Pai da Eternidade,
Príncipe da Paz.”
A intervenção divina na história é corriqueira, cotidiana e constante. A questão é que não a vemos e não sabemos dos muitos livramentos que ocorrem conosco, visto acontecerem no invisível.
Todos têm um caminho a percorrer, uma trilha a atravessar, um mapa com roteiro bem definido que deveríamos seguir, porém, a história é mutável, nossas vidas são dinâmicas e nossas escolhas são completamente instáveis porque temos o livre arbítrio.
Sendo assim, precisamos de ajuda, de auxílio do alto quando, por motivos diversos, nos desviamos do alvo e trilhamos estradas escorregadias e sinuosas achando que estamos no caminho certo.
Acontece que eventualmente recebemos pessoas que são verdadeiros anjos a nos reorientar e a nos trazer de volta a razão, gente que nem sabe que estão em missão de auxílio, mas que nos sacodem e nos encaminham novamente às trilhas da saúde existencial.
Essa história é comum, todos temos pessoas que entraram temporariamente em nossas vidas para fazer uma verdadeira revolução e que se foram depois disso. Sabemos que sem essas ajudas eventuais, teríamos continuado a trilhar estradas de morte, e somos muitíssimos gratos pela ajuda recebida em momentos de emergências existenciais.
A história do Natal é tão somente o arquétipo, o ápice do auxílio que vem do alto para transformação das vidas no planeta Terra. É na encarnação do Verbo, da Palavra, de Jesus Cristo, que enxergamos o socorro que recebemos de Deus.
“E o Verbo (Jesus) se fez carne
e armou a Sua tenda entre nós,
cheio de graça e de verdade”.
Quando tudo estava perdido, Jesus entra na história, se veste de gente, com esse pijaminha de carne e nos mostra como é ser verdadeiramente humano, e nos traz de volta à sensatez, à razão, ao amor e à paz.
Jesus é o socorro, o auxílio, a ajuda que necessitamos para sairmos da loucura das guerras, dos guetos, das divisões de classes e das confrarias religiosas e sociais, políticas e ideológicas.
Nele está à luz dos Homens...
Ele é o norte, o padrão, a fôrma, o arquétipo, o amor, a paz e a esperança que a humanidade já deu certo.
Bem vindo à magia natalina, ao tempo de focarmos no Príncipe da Paz. Tempo de gratidão, de esperança, de fé e de certeza que não estamos sozinhos, pois o Emanuel Jesus Cristo é Deus conosco. Aleluia!
FELIZ NATAL!
Cláudio Nunes Horácio
um filho se nos deu,
e o principado está sobre os seus ombros,
e se chamará o seu nome:
Maravilhoso,
Conselheiro,
Deus Forte,
Pai da Eternidade,
Príncipe da Paz.”
A intervenção divina na história é corriqueira, cotidiana e constante. A questão é que não a vemos e não sabemos dos muitos livramentos que ocorrem conosco, visto acontecerem no invisível.
Todos têm um caminho a percorrer, uma trilha a atravessar, um mapa com roteiro bem definido que deveríamos seguir, porém, a história é mutável, nossas vidas são dinâmicas e nossas escolhas são completamente instáveis porque temos o livre arbítrio.
Sendo assim, precisamos de ajuda, de auxílio do alto quando, por motivos diversos, nos desviamos do alvo e trilhamos estradas escorregadias e sinuosas achando que estamos no caminho certo.
Acontece que eventualmente recebemos pessoas que são verdadeiros anjos a nos reorientar e a nos trazer de volta a razão, gente que nem sabe que estão em missão de auxílio, mas que nos sacodem e nos encaminham novamente às trilhas da saúde existencial.
Essa história é comum, todos temos pessoas que entraram temporariamente em nossas vidas para fazer uma verdadeira revolução e que se foram depois disso. Sabemos que sem essas ajudas eventuais, teríamos continuado a trilhar estradas de morte, e somos muitíssimos gratos pela ajuda recebida em momentos de emergências existenciais.
A história do Natal é tão somente o arquétipo, o ápice do auxílio que vem do alto para transformação das vidas no planeta Terra. É na encarnação do Verbo, da Palavra, de Jesus Cristo, que enxergamos o socorro que recebemos de Deus.
“E o Verbo (Jesus) se fez carne
e armou a Sua tenda entre nós,
cheio de graça e de verdade”.
Quando tudo estava perdido, Jesus entra na história, se veste de gente, com esse pijaminha de carne e nos mostra como é ser verdadeiramente humano, e nos traz de volta à sensatez, à razão, ao amor e à paz.
Jesus é o socorro, o auxílio, a ajuda que necessitamos para sairmos da loucura das guerras, dos guetos, das divisões de classes e das confrarias religiosas e sociais, políticas e ideológicas.
Nele está à luz dos Homens...
Ele é o norte, o padrão, a fôrma, o arquétipo, o amor, a paz e a esperança que a humanidade já deu certo.
Bem vindo à magia natalina, ao tempo de focarmos no Príncipe da Paz. Tempo de gratidão, de esperança, de fé e de certeza que não estamos sozinhos, pois o Emanuel Jesus Cristo é Deus conosco. Aleluia!
FELIZ NATAL!
Cláudio Nunes Horácio
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
10 MISTÉRIOS ANTIGOS
Out-of-place artifact (OOPArt)
é um termo cunhado pelo naturalista americano e criptozoologista Ivan
T. Sanderson para um objeto de interesse histórico, arqueológico,
paleontológico ou encontrado em um contexto muito incomum ou
aparentemente impossível que desafia a cronologia histórica
convencional.
Apresento-lhes uma lista de 10
OOPArt que desafiam a ciência e que só podem ser explicados por
pesquisadores tidos como malucos e insanos, como nós editores do blog Ab
Origine:
1. Tiwanacu (Tiahuanaco ou e Puma Punku)
Tiwanacu é um sítio arqueológico localizado na Bolívia, América do Sul e Puma Punku faz parte do complexo deste sítio.
Tiahuanaco é um exemplo de
engenharia tão monumental que supera todos os outros da América
(incluindo Maias e Astecas). Os blocos de pedra localizados no sítio
pesam muitas toneladas e estas pedras vieram de duas pedreiras
diferentes. Um pedreira, localizada a 10 km de distância, forneceu
arenito, a outra, localizada a 50 km de distância, forneceu andesito.
Neste momento aparece o primeiro problema insolúvel: como estes blocos
de pedra pesando mais de 100 toneladas foram transportados?
Como se não bastasse a
impossibilidade do transporte, estes monólitos gigantescos foram
talhados um a um, e pasmem! Não há qualquer marca de cinzel.
A famosa Porta do Sol,
provavelmente um antigos e misterioso calendário, foi montada em 3D. Os
blocos de pedras foram entalhados e em seguida montados,
interligando-se. O resultado foi um edifício tão forte que resiste a
terremotos.
![]() |
| Portal do Sol - Tiwanacu |
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
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