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Mostrando postagens de 2017

A MORTE

“Mais vale ir a uma casa em luto do que ir a uma casa em festa, porquanto este é o fim de todo ser humano; e desde modo, os vivos terão uma grande oportunidade para refletir.” (Eclesiastes 7.2 KJA).
Morrer significa separar o corpo do espírito, a pessoa deixa de ser uma alma vivente e o corpo volta ao pó e o espírito volta a Deus que o deu.
“Sim, com certeza, lembra-te de Deus, antes que se rompa o cordão de prata, ou se quebre a taça de ouro; antes que o cântaro se despedace junto à fonte, a roda se quebre junto ao poço; o pó retorne à terra, de onde veio, e o espírito volte a Deus, que o concedeu.” (Eclesiastes 12.6-7 KJA).
Não há morte no sentido de inexistência do ser em nenhuma confissão religiosa cristã, apenas uma mudança de dimensão, um ultrapassar das fronteiras que nos limitam à geografia terrestre, ao espaço e ao tempo que estivermos vivendo como alma.
Para aqueles que têm fé a vida não tem fim, quando há a destruição do veículo usado pelo espírito aqui deste lado da vida, sab…

DEPRESSÃO - MINHAS NOVAS PERSPECTIVAS

Há muitos anos vinha crendo e aceitando as explicações cientificistas sobre a depressão e as suas causas químicas, como a diminuição dos neurotransmissores: serotonina, noradrenalina e dopamina, entre todos os outros paradigmas psiquiátricos.

Cansei-me de ver a psiquiatria sendo o saber e o poder institucionalizados; hoje, me sinto inclinado a pensar na depressão como a ressaca de consequência de uma vida desregrada, indisciplinada e longe da presença de Deus.

Mas por quê?

Porque agora estou consciente que o objetivo dos poderosos é usar a psiquiatria para enlouquecer as pessoas, julgo que tudo o que pensava saber sobre a depressão é mentira. Há séculos que os poderosos se utilizam dos locais de recolhimento e exclusão social como depósitos de indivíduos por motivos dos mais ambíguos e variados.

Vemos na história que com o desaparecimento da lepra, essas estruturas de confinamento permaneceram e, frequentemente, nos mesmos locais os jogos da exclusão foram retomados.  

Após as epidemias de…

Vinícius tinha razão: “o sofrimento é o intervalo entre duas felicidades”

Por  Pamela Camocardi

A vida não é um comercial da margarina. O correr dela envolve aprendizagem nos piores momentos, alegrias depois de muito esforço e cura depois de muitas feridas. E, para piorar, bate no estilo que Rocky Balboa definiu: “ninguém vai bater mais forte do que a vida.
não importa como você vai bater e sim o quanto aguenta apanhar e continuar lutando; o quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha”. Há muitas teorias sobre felicidade e sobre como alcançá-la, inclusive a de que você tem que correr atrás para merecê-la. Quanta bobagem! Primeiro porque felicidade não é um objetivo a ser alcançado, segundo porque você não é um maratonista da São Silvestre. Que fique claro: felicidade é um estado de espírito e não um objetivo de vida. É bom estarmos felizes mas, nesse estágio, não há nenhum tipo de aprendizagem. Para que possamos evoluir como seres humanos, muitas vezes, a felicidade vem embalada em um papel de sofrimento. Entenda que não há felicidade sem do…

A IGREJA ESTÁ ACIMA DA BÍBLIA?

Igreja é conjunto de discípulos do Senhor Jesus Cristo.

Igreja NUNCA foi, nem jamais será, uma instituição religiosa.

Logo, ela não é nem romana e nem protestante, mas é católica no sentido de ser universal, onde há todas as etnias: judeus e gentios.

As Escrituras são o compêndio das decisões da Igreja, além é claro, de registrar a biografia do Senhor Jesus Cristo nos 4 Evangelhos e a história da Igreja em Atos.

A questão é que os discípulos primitivos tiveram o cuidado de deixar por escrito àquilo que a igreja deveria fazer, praticar e obedecer ou desprezar e abominar.

Fizeram isso por necessidade, já que as viagens eram longas, e para que as suas decisões não se perdessem no tempo. Logo, decidiram deixar registrados e documentados aquilo que julgaram ser a coisa certa a se fazer nas diversas situações cotidianas, individuais e/ou coletivas.

A Igreja primitiva era perseguida brutalmente até a suposta conversão do imperador Constantino em 312 a.D., depois veio Teodósio I que em 380 a.D. est…

QUE ORA DEVEMOS USAR OS PALAVRÕES?

É imprescindível enxergarmos as pessoas como de fato são: os avarentos; os gananciosos; os mentirosos; os manipuladores; os demagogos; os políticos; os egoístas, os moralistas; os ateus na prática, que se dizem cristãos, mas que sua conduta nos denuncia o contrário.
Não digo isso para julgá-los e nem para condená-los, mas protegermos o nosso coração deles, visto que a nossa bondade não pode ser cega. Não podemos andar tateando a realidade, mas é preciso que a olhemos de frente para que nos inteiremos de qual seja ela.
Não tapar o sol com a peneira é vida, é sabedoria.
Balança desigual é pecado, jamais permita que haja dois pesos e duas medidas. Quem não lhe visitou na enfermidade não pode cobrar visita quando a dele chegar, simples assim!
Quem nada faz por ti não pode lhe obrigar a fazer por ele, mesmo que a cara de pau e o descaramento dessa pessoa sejam a tal ponto de lhe cobrar.
Os palavrões foram inventados justamente para serem usados nesses momentos, quando o abuso é tamanho…

O cão de guarda da Inquisição - Por Lucas Banzoli

Suponhamos que eu queira matar o Fulano, mas não queria me manchar de sangue com essa morte. Então eu peço que Beltrano faça o trabalho sujo em meu lugar, matando aquele indivíduo que eu não quero mais ver vivo. Se Beltrano começar a relutar ou a pensar muito, eu começo a fazer uso da minha autoridade para ameaçá-lo. Eu digo que se ele não me obedecer e não matar o Fulano, ele vai sofrer sérias consequencias, como ser deposto de algum cargo que ocupe em sua empresa. Após insistir e ameaçar Beltrano, ele aceita a proposta e mata o Fulano. A imprensa fica revoltada, porque Fulano morreu por minha culpa. Ela sabe que eu pedi que Beltrano o matasse, mas eu me defendo, dizendo: – Eu não matei ninguém! Quem matou foi o Beltrano, aquele malvado e perverso! Eu sou do bem, veja como as minhas mãos não estão sujas de sangue! Embora a opinião popular da cidade seja massivamente em favor da minha punição (e não apenas da punição de Beltrano), uma meia dúzia de retardados mentais, que sofreram forte …

Amor não é devoção idolátrica

Convém que definamos exatamente o que é amar alguém daquilo que seja adoração ou devoção a outrem. Amar alguém é o enxergarmos com suas qualidades e os seus defeitos e, mesmo assim, o admirarmos por quem ele é. É entendermos que não gostamos dos seus defeitos, mas que as suas qualidades são superiores àquilo que não gostamos nele, bem como ter consciência de que possuímos os nossos defeitos e mesmo assim somos amados e admirados pela superioridade das nossas qualidades.
Idolatrar a outrem é construirmos um altar no coração e entronizar uma imagem falsa a respeito de quem seja o outro, ou seja, lhe damos qualidades que ele não possui, enxergamos uma beleza inexistente em pontos estratégicos da sua personalidade; nos auto enganos para que continuemos de joelhos o adorando como bons devotos que desejamos continuar a ser.
Isso porque nos negamos a reconhecer que nos enganamos em relação ao outro e que, se assumirmos esse fato, teremos que lidar com a culpa, a frustração e as dores decorr…

LAVAGEM CEREBRAL - PLAYLIST

Panorama Brasil - Um raio-x inconveniente - BRASIL PARALELO

NÃO HÁ NADA MAIS ERÓTICO DO QUE UMA BOA CONVERSA

“Não há nada mais erótico do que uma boa conversa.” E isso pode soar estranho, porque estamos saturados de conversas rasas, com pessoas rasas, falando sempre as mesmas coisas, sem o menor interesse e chegando a lugar nenhum. Mas, uma boa conversa, uma diálogo de verdade, é o que há de mais erótico em uma relação, porque são as palavras que mostram os poros do rosto da vida e isso é muito mais belo e excitante do que enxergar o tempo inteiro maquiagens em rostos que transpiram falsidade. Uma boa conversa é aquela em que não temos medo de dizer nada. Tudo pode ser dito, colocado na mesa, debatido, rebatido, formulado, reformulado. As palavras são lançadas como o fluxo do nosso pensamento, mostrando o que realmente pensamos sobre as coisas, sem hipocrisia ou fingimento; a nossa bagunça interior representada por palavras que sempre querem dizer alguma coisa, mas nem sempre encontram a organização semântica necessária; mostrando a alma despida e escancarada, pronta para ser tocada. E porq…