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Mostrando postagens de 2016

DEPRESSÃO: COMO AJUDAR

Nesse texto vou explicar de forma explícita, quase ginecológica, os porquês aqueles que estão com alguma doença mental (depressão entre outras) se irritam, se isolam e se enfurecem com a maioria das pessoas, especialmente com os mais próximos.
O que acontece é que a pessoa está doente, ela não perdeu a capacidade reflexiva, ela ainda pensa; não se tornara anencéfala ou burra de repente. A lucidez ainda é algo que essa pessoa possui, exceto quando está em surto psicótico, o que é uma exceção e não uma regra.
Portanto, você lhe dizer coisas óbvias como: “você tem que tomar banho, não pode dormir o dia todo, tem que cuidar dos filhos, marido, esposa, providenciar alimento, trabalhar etc, não a ajudará em nada, pois ela JÁ SABE de tudo isso, apenas NÃO CONSEGUE FAZER algo a respeito na velocidade que você gostaria que ela fizesse. Suas reações estão debilitadas e precisa de um tempo para adquirir energia para realizar uma dessas coisas, como e quando puder; quando reunir forças para fazer e…

NÃO SE DEIXE ABUSAR

Pessoas com distúrbios psiquiátricos têm algumas características em comum, agem de forma irresponsável com a vida de seus semelhantes e folgam naqueles que percebem que são moles e os deixam a vontade para folgar. Estão malucos, mas não são burros!
Suas rotinas oneram o tempo e às vezes as finanças de parentes e amigos que insistem em permanecerem em seu cotidiano.
Desconfiômetro não é o forte desses pacientes, o que não sei é se realmente isso é uma característica da psicopatologia deles, ou se aproveitam de sua doença para usarem e abusarem daqueles que são moles de coração.
A questão, porém, não é a intenção deles, mas sim a nossa acomodação em deixar, quem quer que seja, agendar o nosso precioso tempo ou consumir os nossos suados recursos financeiros com aquilo que não planejamos.
Ajudar uma pessoa é uma coisa; prejudicar-se por ela, é outra coisa!
Deus não nos ordenou a amar ao próximo acima de nós mesmos, sendo assim, quando isso acontece, estamos pecando contra nós mesmos. Ess…

DEPRESSÃO: BENÇÃO OU MALDIÇÃO?

A depressão pode ser uma bênção ou uma maldição, isso só irá depender de você.
Ela é uma doença mental, mas pode lhe ajudar a forjar um ser humano melhor, alguém cuja alma está em processo de lapidação enquanto atravessa suas crises, dores e tormentas.
De fato, verdadeiramente, a maioria não tem a sensibilidade necessária para ser classificado como ser humano, pois somos cauterizados para a empatia. Logo, uma depressão é um remédio amargo que produzirá bons frutos, já que nos colocará a enxergar a vida em “carne viva”, numa perspectiva ótica que jamais teríamos quando lúcidos e saudáveis.
Nossas emoções brotarão de forma instantânea e superlativada quando menos a desejamos, o que nos obrigará a tomarmos a iniciativa de nos mexermos, trabalharmos com tudo o que fora entupido pelas urgências da vida: estudo, trabalho, sustento, família, filhos, responsabilidades...
Não há como escapar, ou mudamos ou morremos à mingua.
Por todas as características citadas acima, a depressão nos obriga a…

AMOR E AFINIDADE SÃO FUNDAMENTAIS

Tem muita gente que nunca amou.
Há pessoas que pensam amar e se observarmos de perto só veremos carência, dependência afetiva e sentimento de posse, mas amor, não há.
Sem amor não há companheirismo, colaboração, união, cumplicidade, suporte e ou amparo, só há queda de braços pelo domínio da relação.
Não tem como ser feliz sem que se ame, a frustração é imensa e a insatisfação só aumenta, nos levando a depressão e ao desespero.
Casamento por qualquer outra razão que não seja o amor pleno, irrestrito, irrevogável, leal e incondicional não pode dar certo. Casar-se por interesse é suicídio, por carência, posse ou dependência é lançar-se no abismo.
Aqueles que amam ou amaram de fato e de verdade entendem o que digo, infelizmente para a maioria estou falando em língua estranha, mas aprenderão um dia.
Amor + afinidade = sintonia.
Não há casais felizes onde não há em primeiro lugar o amor e em segundo a afinidade, ambos são essenciais para a permanência conjugal, simples assim!
Cláudio


A DOR QUE MAIS DÓI

A dor que mais dói é aquela que sofremos pela palavra não dita, por tudo o que deixamos de fazer, ou por tudo o que julgamos que poderíamos ter vivido e não vivemos com alguém.
De fato é a total ausência de esperança de que interagiremos com alguém amado no futuro que faz sangrar a alma. Vemos isso quando alguém que amamos morreu, partiu desse mundo e nos deixou com as nossas frustrações, arrependimentos, remorsos e expectativas que alimentamos em relação a ela e a nós mesmos.
O sonho acabou, a fantasia se dissolveu e fomos obrigados a nos depararmos com a realidade de que, tudo poderia ter sido muito diferente do que foi.
Os “ses” nos atormentam: “E se ele tivesse feito isso ou aquilo?” ou “e se eu tivesse agido de tal ou qual forma?” Se, se, se... Só que não existem ses, apenas há a história e, história não se muda, não há como voltar atrás e fazer uma nova história. O que foi, é!
Para acabar com o sofrimento é preciso aceitar a vida como é, com as nossas falhas e com as falhas de…

FORA PT

PARÓDIA - RACHEI kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

ÓTIMOS CONSELHOS

VÍTIMA OU VILÃO?

Lógica simples. Pense sem preconceitos!
Dizem alguns que a lei de causa e efeito - o karma – é a única razão que explica o porquê uma pessoa nasce saudável e outra deficiente, logo, o karma é o agente da justiça de Deus. O recém-nascido fez algo que não se lembra noutra vida, noutra encarnação e, agora, nessa encarnação está pagando pelo que fez.
Agora olhemos para a realidade do que está acontecendo em nossos dias: O zika vírus causa microcefalia, logo, milhares de crianças nascerão doentes num futuro próximo. Essas crianças não são as culpadas pela condição de microcefalia que adquiriram, pois a causa dessa doença é outra, é a proliferação do mosquito aedes aegypti e não algum mal que ela tenha praticado noutra vida.
Isso significa que a culpa por ela nascer deficiente não é dela mesma, mas do relapso humano que não exterminou com o transmissor da doença, o mosquito aedes aegypti.
O mesmo ocorre nos corredores dos hospitais, o culpado por estar num leito no corredor de um hospital …

O contrário do Amor

Martha Medeiros: O contrário do Amor O contrário de... O contrário do Amor

O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e…