sábado, 28 de dezembro de 2013

CONTABILIDADE ANUAL

Responda pra você!

Como você entrou em 2013?

Quais eram seus desejos de mudanças?

O que conseguiu realizar?

Quais foram suas mudanças interiores?

Mantém as mesmas crenças?

O que melhorou em sua vida?

O que piorou?

Quais seus desejos para 2014?

Quanto bem praticou?

Quanto aprendeu com seus erros?

Hoje você pode dizer que é uma pessoa infinitamente melhor do que era há um ano?

Houve arrependimentos de posturas, mentalidades, condicionamentos e adestramentos sociais que outrora lhe tornavam detestável?

Hoje você está com quem consegue tirar o melhor de você, ou regrediu e está com quem lhe faz exalar o pior que tem em ti?

Está mais maduro, centrado, tem maior bom senso e prudência, ou ainda se comporta infantilmente como um idiota?

Aprendeu o valor e a importância essencial do trabalho para a saúde física, emocional, mental e espiritual ou anda ocioso procurando problemas onde esses não existem?

Como tem cuidado dos seus amados: você, cônjuge, filhos, irmãos, amigos?

O que tem feito para que o mundo se torne num lugar melhor para se viver? Comece por você!

Enfim, essas são apenas umas das inúmeras perguntas que irão nortear nossas ações e objetivos para 2014.

Boa sorte e Feliz ano novo!

Cláudio Nunes Horácio


terça-feira, 24 de dezembro de 2013

INTERVENÇÃO

“Porque um menino nos nasceu,
um filho se nos deu,
e o principado está sobre os seus ombros,
e se chamará o seu nome: 
Maravilhoso,
Conselheiro,
Deus Forte,
Pai da Eternidade,
Príncipe da Paz.”

A intervenção divina na história é corriqueira, cotidiana e constante. A questão é que não a vemos e não sabemos dos muitos livramentos que ocorrem conosco, visto acontecerem no invisível.

Todos têm um caminho a percorrer, uma trilha a atravessar, um mapa com roteiro bem definido que deveríamos seguir, porém, a história é mutável, nossas vidas são dinâmicas e nossas escolhas são completamente instáveis porque temos o livre arbítrio.

Sendo assim, precisamos de ajuda, de auxílio do alto quando, por motivos diversos, nos desviamos do alvo e trilhamos estradas escorregadias e sinuosas achando que estamos no caminho certo.

Acontece que eventualmente recebemos pessoas que são verdadeiros anjos a nos reorientar e a nos trazer de volta a razão, gente que nem sabe que estão em missão de auxílio, mas que nos sacodem e nos encaminham novamente às trilhas da saúde existencial.

Essa história é comum, todos temos pessoas que entraram temporariamente em nossas vidas para fazer uma verdadeira revolução e que se foram depois disso. Sabemos que sem essas ajudas eventuais, teríamos continuado a trilhar estradas de morte, e somos muitíssimos gratos pela ajuda recebida em momentos de emergências existenciais.

A história do Natal é tão somente o arquétipo, o ápice do auxílio que vem do alto para transformação das vidas no planeta Terra. É na encarnação do Verbo, da Palavra, de Jesus Cristo, que enxergamos o socorro que recebemos de Deus.
“E o Verbo (Jesus) se fez carne
e armou a Sua tenda entre nós,
cheio de graça e de verdade”.

Quando tudo estava perdido, Jesus entra na história, se veste de gente, com esse pijaminha de carne e nos mostra como é ser verdadeiramente humano, e nos traz de volta à sensatez, à razão, ao amor e à paz.

Jesus é o socorro, o auxílio, a ajuda que necessitamos para sairmos da loucura das guerras, dos guetos, das divisões de classes e das confrarias religiosas e sociais, políticas e ideológicas.

Nele está à luz dos Homens...

Ele é o norte, o padrão, a fôrma, o arquétipo, o amor, a paz e a esperança que a humanidade já deu certo.

Bem vindo à magia natalina, ao tempo de focarmos no Príncipe da Paz. Tempo de gratidão, de esperança, de fé e de certeza que não estamos sozinhos, pois o Emanuel Jesus Cristo é Deus conosco. Aleluia!

FELIZ NATAL!

Cláudio Nunes Horácio

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

O LUTO

A ausência presente ou a presença ausente é o estado que nos encontramos quando perdemos alguém muito próximo, querido e amado. Sofremos essa dor quando alguém muito próximo morre; quando somos deixados ou deixamos alguém; quando há rompimentos de amizades ou amores.

Todos nós somos construídos com fragmentos de vivências diversas. Somos o conjunto das nossas experiências, dos relacionamentos interpessoais, das nossas crenças, meio social, educação, condicionamentos...

Justamente, por isso, quando a pessoa física já não se faz presente, sentimos essa ausência presente em nosso interior, e carregamos as sensações, as percepções e até algumas idiossincrasias que tomamos emprestado daqueles que convivemos por longo tempo.

A verdade é que a pessoa, o corpo, o pijaminha de carne se foi, porém, a presença emocional, espiritual e mística, continua a nos acompanhar. Caminhamos no chão da vida carregando fragmentos de todos quantos amamos e convivemos. Jamais seríamos quem somos se não carregássemos características adquiridas através das convivências com essas pessoas; nunca seríamos exatamente como somos caso não tivéssemos tido contato com elas.

O período de luto é necessário e é normal, visto que haverão adaptações cotidianas comportamentais que precisaremos treinar para incorporar à rotina diária. Esse tempo de luto é individual e é pessoal, não cabendo a mais ninguém, exceto aquele que está sofrendo a perda, dizer o tempo necessário à adaptação e aceitação da nova realidade.

O mais importante a saber é:

1º) Todos nos adaptamos às inúmeras perdas que sofreremos na vida.

2º) Inevitavelmente e obrigatoriamente, haveremos de nos reencontrar, aqui desse lado da vida, nessa dimensão, ou do outro lado da vida, noutra dimensão, porém, SEMPRE nos reencontraremos.


Cláudio

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

ESCRAVIDÃO VOLUNTÁRIA

A pior escravidão é a voluntária. Aquela dos fanáticos, sejam fanáticos religiosos,  por futebol, ou por alguém...

Nessa escravidão, nos assemelhamos aos elefantes pesos por correntes ridiculamente insignificantes em comparação à sua força. Acontece, que quando ainda pequenos, esses elefantes foram amarrados com essas mesmas correntes; eles tentaram romper os grilhões... tentaram, tentaram..., porém, não tinham forças suficiente para os arrebentar, então, desistiram.

Quando adultos, essa correntinha presa em sua pata se romperia com o mínimo de esforço, porém, como tentaram desesperadamente em vão quando filhotes e não conseguiram, hoje já não tentam mais. Acostumaram-se com o cativeiro, acham-se fracos diante do poder da escravidão. Pobres coitados! Não sabem que o tempo passou, que o cenário existencial mudou e que hoje têm o poder de libertar-se.

Assim somos nós quando estacionamos na vida, quando nos acomodamos debaixo de algum teto religioso ou amoroso pensando que não podemos ou não devemos sair na chuva da vida, porque é muito perigoso ser livre, leve e solto. E assim, vamos nos voluntariando na escravidão que nos dá a ilusão de segurança.

É engraçado ver que buscamos segurança na escravidão, vida nos caixões, esperança nos cemitérios, enquanto o show da vida passa no palco da liberdade, nos livres pensamentos, no direito de ir e vir, na inteligência emocional, na intuição e no coração.

Somos co-criadores da vida desenhando as nossas histórias enquanto caminhamos pelos cenários que nós mesmos construímos e atribuímos a Deus ou ao acaso.

E assim, o espírito da escravidão voluntária usa nosso pavor de liberdade para nos obrigar a trancar-nos dia a dia em nossos adestramentos sociais, religiosos, políticos e morais.

Pense nisso!

Cláudio


BORA! TOMAR ESSE TREM!


ENCONTRANDO DEUS


AUTOCONHECIMENTO

Nossa maior luta é interior, é descobrir-nos, tirar às máscaras, arrancar os véus educacionais, religiosos, culturais e sociais. É livrar-nos dos adestramentos que recebemos desde que nascemos; é sabermos quem somos, a tal nível, que não interessa o que dizem que somos ou como somos, apenas nós mesmos, temos o dever de nos conhecer até as entranhas d’alma.

Podemos e devemos nos livrar das muitas personas que incorporamos, de tudo aquilo que nos camufla no palco da existência. O importante é ser, não é parecer ser e nem é atuar. Não somos histriões da vida, afinal, a vida não é um palco e não estamos aqui para representar, mas para viver de fato e de verdade.


BOM DIA!


Cláudio Nunes Horácio

ÉPOCA MÁGICA

Eita época boa d+. Amodoro Natal, fico exultante, radiante, transpiro alegria. Sinto o perfume da plenitude do amor do Cristo no ar. Abro meu álbum interno onde coleciona lembranças e saio colando mais e mais felicidade e sorrisos sem fim. O Espírito do Natal me faz cócegas e o meu espírito rola no chão de tanto rir. PAZ E BEM!

SOLIDÃO???

Acho que nunca irei entender esse lance de solidão. 

Primeiro, porque sou a minha melhor companhia, adoro estar comigo.

Segundo, porque mesmo que eu não veja com os meus olhos carnais, jamais estarei realmente só. 

Há milícias celestiais/dimensionais ao meu redor mesmo quando não tenho consciência disso. 

AOS JULGADORES DE PLANTÃO

Quando somos mais novos, nossos algozes nos criticam por determinada coisa, um comportamento, um defeito.
O tempo passa e mudamos, paramos de apresentar velhos comportamentos ou defeitos. A pergunta é: 
E agora? 

Qual é o nosso problema aos olhos desses bobalhões julgadores?
Será que esses palhaços já aprenderam a olhar para si mesmos ao invés de procurar defeitos nos outros? 
Cresceram?

Ou ainda continuam a olhar para fora pelo pavor que têm de olhar para dentro de si mesmos?
Será que sofreram transformações para melhor ou estão estacionados nalgum ‘playground’ da vida, brincando de inconsciência coletiva, enchendo a cara com bebidas, drogas, sexo, trabalho, consumismos ou bugigangas entorpecentes dos sentidos?


ENTÃO, ANTES DE OLHAR PRA MIM, DE ME JULGAR OU FALAR MAL DE MIM, ENXERGUE-SE!

VIVA

Viva sem medo de ser feliz. Arrisque-se! Viver é correr riscos, é não aceitar a mediocridade da norma, daquilo que é tido por normal. É lançar-se na vida para pescar sonhos. É se arrebentar de emoções e não aceitar a mornidão dos que nem amam e nem se deixam amar. É colocar as entranhas do nosso ser na história e colher sorrisos, regozijo, mas também lágrimas e sangue. Só assim a vida vale a pena, transpirando sustos de amor sem fim. 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

COMO CONQUISTAR UMA MULHER

Descubra os bordões do Félix

O personagem mais amado e odiado da novela Amor à Vida é o vilão Félix, vivido brilhantemente pelo ator Mateus Solano. Uma das características do personagem são seus bordões sarcásticos de tema religioso. . Vamos conferir?


Mateus Solano vive Félix em Amor á Vida (foto: TV Globo/divulgação)



1- "Salguei a santa ceia, só pode ser"
2- "Pelas contas do rosário."
3- "Tomei caipirinha com santo Graal "
4- "Tenho motivos suficientes pra acreditar que eu lavei cueca na manjedoura"
5- ""Pelos cachos do Sansão. Pelas rugas de Matusalém"
6- "Devo ter sambado no Santo Sepulcro"
7- "Soltei fogos no sermão da montanha"
8- "Será que fiz confete com os pergaminhos do Mar Morto?"
9-  "Devo ter roubado presentes dos reis magos para merecer uma coisa dessa"
10- "Será que fiz uma torta com a maçã do paraiso?"
11- "Será que eu piquei salsinha com a tábua dos dez mandamentos?"
12- "Dancei pole dance na cruz"


13- "Eu devo ter colado chiclete na Santa Cruz"
14- "Devo ter feito uma peruca com os cachos do Sansão"
15- "Eu só posso ter assoado o nariz no Santo Sudário para merecer isso"
16- "Será que eu engarrafei as águas do Rio Jordão?"
17- "Eu cobrei pedágio na travessia do Mar Vermelho"
18- "Fiz furinhos na Arca de Noé;"
19- "Só posso ter colados chicletes no cabelo de Jesus Cristo"
20 - "Será que eu soltei rojão no sermão da montanha?"
21- "Ou será que estou em Israel e fui confundido com o Muro das Lamentações?"
22- "Será que eu fiz um skate com a tábua dos dez mandamentos para sofrer tanto assim.?"
23- "Eu devo ter quebrado um prato da Santa Ceia"
24- "Será que eu raspei as barbas do rei Salomão para merecer isso?"
25- "Devo ter pego o estilingue que David usou quando enfrentou Golias."
26- "Cobrei pedágio dos Reis Magos? Ou roubei os presentes que eles levavam?"
27- "Dancei tango com Jonas no ventre da baleia?"
28- "Será que surfei na passagem do Mar Vermelho?"
29- "Terei eu pichado as muralhas de Jericó?"
30- "Pus água na bacia de Poncio Pilatos para merecer esse martírio. "

FONTE

Remédios caseiros que realmente funcionam

Nossas mães e avós costumam ser especialistas nesses remédios caseiros que operam pequenos milagres. Logicamente, não são soluções para doenças sérias, mas certamente podem resolver um problema simples ou dar uma ajudinha em caso de emergência.
Para aproveitar os benefícios dos remédios caseiros, basta abrir os armários, a geladeira ou correr até o quintal e você encontrará facilmente os ingredientes necessários para acabar com o chulé, desentupir o ouvido ou dar um fim na azia, por exemplo.
Vale lembrar que essas receitas podem ajudar, mas não substituem o acompanhamento médico quando necessário. Confira alguns remédios caseiros e compartilhe conosco caso você conheça mais alternativas para solucionar problemas como esses.

1) Enxaguante bucal

As versões tradicionais dos enxaguantes bucais que contém álcool são uma ótima opção para combater problemas nos pés. Para prevenir fungos, micoses e outros tipos de incômodo, mergulhe os pés no líquido de uma a duas vezes por semana.

2) Vinagre de maçã

Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock